quarta-feira, 23 de abril de 2014

Sexta-feira 25/ABR no "Saco Mucho" - DOBRADINHA

   Depois de longo recesso nos eventos das sextas-feiras e de um feriadão com muitas praias, na próxima 6ª feira 25 de abril vamos voltar a todo vapor com nossos tradicionais encontros de todo final de semana; desta vez com a suculenta DOBRADINHA do Manoel Rapadura, que regressou hoje 23/ABR depois de dois meses viajando pelo Nordeste juntamente com o Dagoberto e respectivas famílias. Como não pode deixar de ser, esse saboroso prato tão solicitado, será regado com muita cerveja gelada e aquela saborosa cachaça artesanal de Salinas/MG, além daqueles gostosos dedinhos de prosas, isso com certeza não vai faltar, o Dagoberto e o Rapadura devem ter vindo cheios de novidades sobre essa temporada que passaram na boa terra!

Lembrete aos fofoqueiros e Cia...

Quem fala mal de você tem três coisas no coração:

1º - Vontade de ser você.

2º - Vontade de ter o que você tem e

3º - Vontade de fazer o que você faz...

terça-feira, 22 de abril de 2014

Dia do Indio e Tiradentes no "Saco Mucho"

   Pelada dos novos “Sacomuchianos”

   No dia 19 de abril é comemorado o dia do Índio, nesta data tão importante de nossa história ocorrem vários eventos valorizando a cultura indígena. Nas escolas, os alunos se vestem de Índios, vários museus fazem exposições da cultura indígena e muitas festas pelos municípios desse imenso país prestigiando esse dia.

   No “Saco Mucho” foi comemorado com muito amor, inclusive o espírito beijoqueiro baixou no clima de confraternização, logo após a pelada em comemoração ao grande dia! Devemos, pois preservar os povos indígenas e respeitar suas manifestações culturais.

 Veja o Espírito beijoqueiro em momentos de descontração e amizade...




www.sacomucho.blogspot.com
Teve até cofrinho! Podem até me condenar a prisão, mas, não digo quem é o dono desse patrimônio, nem a pau... kkkkkk...


    E no dia 21 de abril é comemorado o dia de Tiradentes, (Joaquim José da Silva Xavier) que nasceu na cidade de Vila Rica, atual Ouro Preto em Minas Gerais no ano de 1746.

Vale lembrar um pouquinho a história da época da colonização portuguesa, em que todos os brasileiros eram obrigados a pagarem altos impostos (nada diferente de hoje), e que deviam ser entregue a 5ª parte do seu ouro à Coroa Portuguesa. Daí o ditado: Vai ao quinto dos infernos...

   Tiradentes vendo tal situação comprou essa briga e se envolveu na inconfidência mineira em 1789, em Vila Rica, em que o objetivo era a libertação do Brasil da corte Portuguesa, mas, o coronel Joaquim Silvério dos Reis não gostou do movimento e findou todos os envolvidos presos, por fim, o Mártir assumiu toda culpa ocasionando sua morte no dia 21 de abril de 1792 quando foi enforcado no campo da Lampadosa, hoje é conhecida como a Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro.

   Nesta data virou tradição a pelada dos novos “Sacomuchianos”, os jovens do nosso Condomínio Almirante Alves Câmara e amigos. Depois da pelada sempre reuníamos na nossa sede, mas, por motivos adversos, este ano a confraternização foi no Point do Village.

Vamos que vamos, no próximo ano, tem mais... Se o Generoso Pai assim o permitir.


domingo, 20 de abril de 2014

AVCFN - FELIZ PÁSCOA!

VETERANOS FUZILEIROS NAVAIS DE ONTEM, HOJE E SEMPRE...

Morre o narrador esportivo Luciano do Valle

Narrador passou mal durante voo para Uberlândia, não resistiu e faleceu
Publicado: 19 de abril de 2014 às 17:43 - Atualizado às 18:11
Por:
Luciano do Valle - Futebol Narrador Band
Luciano do Valle era o principal narrador do Grupo Bandeirantes. Ele faleceu neste sábado 
(19), aos 70 anos
O narrador esportivo Luciano do Valle, 70, morreu na tarde deste sábado (19) em Uberlândia, depois de passar mal durante um voo e ser internado em um hospital da cidade, onde narraria amanhã o jogo Atlético Mineiro e Corinthians. Ele saiu de São Paulo (SP) e foi socorrido ainda no aeroporto, mas a morte do narrador foi confirmada pela Band, onde trabalhava.
O apresentador estava no voo da TAM (3244), de Congonhas-Uberlândia acompanhado de um médico. Ele passou mal ainda no avião, foi levado ao hospital, mas não resistiu. O óbito foi confirmado às 16h15. Luciano do Valle era o principal narrador da Band, onde trabalhou durante quase trinta anos. Em 2013, ele completou 50 anos de carreira.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Filho é registrado por mães homoafetivas

Por decisão do TJ-MT (Tribunal de Justiça do Mato Grosso), um menino terá no registro de nascimento o nome de duas mães. As mulheres, que são homossexuais, vivem juntas há 10 anos e decidiram ter um filho. Em comum acordo com a companheira, uma delas gerou a criança por meio de inseminação artificial (fertilização in vitro), com sêmen de um doador anônimo.


Após o nacimento da criança, o casal entrou na Justiça com uma ação solicitando para ser reconhecida e declarada como mãe a mulher que não gerou o bebê. Além desse pedido as duas solicitaram a conversão da união estável em casamento.

40º Encontro de Veteranos do CFN - Nota de BONO

   - Em 17MAI será realizado o 40º Encontro de Veteranos doCFN, no CIASC, organizado pelo CGCFN,representando mais uma oportunidade para congregar Fuzileiros de ontem e de hoje. Desde sua primeira edição,em 1975, os Encontros têm permitido rever amigos de antigas jornadas e expandir a Associação de Veteranos do CFN – por oportuno, se você ainda não é Associado, seja bem-vindo! Os convites para o Encontro serão expedidos pelo CGCFN, com distribuição a cargo da AVCFN. Todo Veterano, independentemente de ser ou não membro da AVCFN, poderá receber até três convites –o seu e dois para seus dependentes. Para que todos possam melhor aproveitar a festa, é preciso ter uma estimativa de quantas pessoas estarão presentes e quais locais, no Grande Rio, precisarão de ônibus para facilitar o transporte dos Veteranos e convidados para o CIASC. Assim, é preciso contar com a colaboração de todos, conforme os procedimentos a seguir.

    Entrar em contato com a Secretaria da AVCFN, até 30ABR, pessoalmente (Sede Nacional, em frente ao HCM), por telefone (2233-3162; 2126-5107; 2253-1170) ou pelo e-mail secretaria@avcfn.com.br, e informar nome, município/bairro onde reside e a quantidade de dependentes que pretende levar ao evento. Estes dados permitirão estimar a quantidade de pessoas que comparecerão e os pontos de partida e de ônibus que precisarão ser disponibilizados.



shorts. 
 Extrato do BONO Nº 288 DE 17 DE ABRIL DE 2014
www.sacomucho.blogspot.com

Regata Âncora Social - (ARES-SG)

quarta-feira, 16 de abril de 2014

“MENSAGEM A GARCIA” - Por Espedito Moreira

O mito que abarrotou a conta bancária de seu autor
Espedito M. de Mello*

     “Mensagem a Garcia” virou título de um artigo escrito pelo jornalista americano HelberHabbard, em 22 de fevereiro de 1899, publicado na revista “Phillistine” de sua propriedade. Segundo o autor, esse texto fora escrito para preencher espaço na revista que estava prestes a sair do prelo. A publicação do texto teria ocorrido sem título algum.

Ouvi, pela primeira vez, a expressão “Mensagem a Garcia” quando estava no meu curso de formação de fuzileiro naval. Já se passaram algumas décadas. No calor das instruções, era comum escutar essa expressão, proferida pelos instrutores: “vocês precisam ser capazes de entregar mensagem a Garcia”. Não havia detalhes dessa missão. “Isso é mais difícil do que levar mensagem a Garcia” soava, por vezes, como tarefa difícil de execução.

Durante alguns anos, habituei-me a ouvir expressões desse tipo, não lhe dando muito crédito, mesmo porque não dispunha de referencial.  Parecia “história de trancoso”.

Quando estava fazendo um curso por correspondência, ministrado por um estabelecimento de ensino de São Paulo, me enviaram, junto com outros materiais do curso, o texto da “Mensagem a Garcia”, até então incógnita. Exclamei: “Aleluia! Aleluia!...”Li-o várias vezes e depois o arquivei ou emprestei-o a alguém que não teve o cuidado de me devolvê-lo. Na época, era produto escasso. Hoje, a Internet tem esse texto de toda a forma e para todos os gostos.

Contam os fatos que naquela época, 1898, Cuba, há tempos, estava em guerra com a Espanha e buscava a sua independência daquele reino. Muitos cidadãos norte-americanos tinham negócios na ilha. Alguns dos ali domiciliados estavam inquietos com a situação. Para tranquilizá-los, os Estados Unidos teriam enviado a Cuba uma comissão que viajara a bordo do encouraçado Maine. O Império Espanhol não gostou e ordenou que sua Marinha afundasse a bela nave.

A esse episódio se juntaram outros, resultando numa guerra declarada entre os Estados Unidos e a Espanha.

Os Estados Unidos defendiam a independência de Cuba, tendo, como aliado, o comandante das forças insurretas, o general Garcia.

Irrompido o conflito hispano-americano, o importante era fazer contato com o chefe dos insurretos. O então presidente dos Estados Unidos, Mr. McKinley, precisava, urgentemente, comunicar-se com o general Garcia. O correio e o telégrafo, por razão de segurança, estavam fora de cogitação. Restava o canal mensageiro. Mas onde encontrar alguém capaz de localizar Garcia a fim de entregar-lhe uma mensagem? Esse homem existia? O que fazer?

“Há um homem chamado Rowan. E se alguma pessoa é capaz de encontrar Garcia, há de ser Rowan” - alguém teria dito ao presidente (na edição que li a primeira vez, esse alguém era um coronel, membro da equipe de assessores do presidente, e Rowan, sargento).

“Rowan foi trazido à presença do Presidente, que lhe confiou uma carta com a incumbência de entregá-la a Garcia. De como este homem, Rowan, tomou a carta, meteu-a em invólucro impermeável, amarrou-a ao peito, e, após quatro dias, saltou de um barco sem sequer uma cobertura, alta noite, nas costas de Cuba, de como se embrenhou no sertão para depois de três semanas surgir do outro lado da ilha, tendo atravessado a pé um país hostil, e entregue a carta a Garcia, são coisas que não vem ao caso narrar aqui pormenorizadamente”.
         ”O ponto que desejo frisar é este
(diz o texto): McKinley, o presidente, deu a Rowan uma carta para ser entregue a Garcia; Rowan tomou a carta e nem sequer perguntou: ‘onde é que ele está?

Aqui o autor despreza alguns condicionantes, cria um cenário utópico ou quase isso. Isto porque o conteúdo do texto funcionava mais como dogma do que como ferramenta gerencial. Por falta de algo mais significativo, teve seu valor naqueles tempos.

Vejamos: Rowan que fora indicado por alguém (o coronel), conhecido pelas suas qualificações, pelo conhecimento do ambiente operacional e por sua capacidade própria de agir, tendo aceitado a missão, teria passado por uma rigorosa “orientação”. Alguém seria capaz de negar isso. Ele, portanto, não teria que fazer pergunta alguma ao presidente. A glória estava tão somente em receber das mãos do próprio presidente McKinley o objeto da sua tarefa. Por outro lado, há alguém capaz de supor que Rowan saiu de Washington para Cuba montado numa mula e atravessou as águas do oceano, que divide os dois países, de caíque? Em virtude da importância da missão, é de convir que um navio da Marinha americana transportou-o até as costas da ilha cubana e, numa noite bem escura, deixou-o num pequeno escaler, tendo ele próprio remado até terra firme. Daí para frente, provavelmente, utilizou seus conhecimentos sobre o território cubano para alcançar o general Garcia.

Nenhum indivíduo inteligente seria capaz de dispensar ajuda para facilitar o cumprimento de uma missão difícil. É bom saber que é sempre aceitável contar com uma boa retaguarda.  “Dá-me uma alavanca e um ponto de apoio e eu moverei o mundo”, teria dito o físico grego Arquimedes, cerca de 300 a.C.

No meu entendimento, o autor generalizou, ou seja, na sua ótica, todos deveriam estar no nível de capacitação de Rowan. Ignorou que Rowan era um indivíduo específico para aquela missão. E, por isso, fora escolhido. Só para testar: se em vez de levar a carta a Garcia em Cuba, a tarefa fosse levar essa mesma carta ao príncipe Hilakoff, embrenhado nas terras gélidas da Sibéria, na Rússia, Rowan teria sido o escolhido? Duvido. É muito provável que ele teria dito: “esta não é minha praia”.

A maioria dos homens pode ser competente para cumprir determinadas missões, mas não todas as missões. Cada elemento precisa ser devidamente preparado. Esteja na base ou localizado em outro nível da pirâmide organizacional. Não basta só ter o poder de ordenar e de atribuir missão. Esse poder tem de estar vinculado à responsabilidade de quem o determina.  É necessário saber atribuir a missão à pessoa capacitada para cumpri-la.

De qualquer forma, “Mensagem a Garcia” tornou-se um bestseller. Vendeu milhões e milhões de exemplares a órgãos públicos e a empresas privadas de vários países: Rússia, França, Alemanha, Turquia. China, Japão, dentre outros. Disseminou-se sua filosofia por todo o planeta.

Nos tempos atuais, depois das modernas teorias de administração preconizadas por Taylor, Fayol, Elton Mayo e seus seguidores, será que é possível a adoção da “filosofia” formalizada por “Mensagem a Garcia”?

                Admita-se que alguém responda afirmativamente à questão colocada. Poderá alegar que de nada adiantam essas teorias se a maior parte das pessoas está à margem do sistema educacional e não tem acesso ao seu conteúdo. Mesmo visto por essa ótica, é preciso ter em mente que “Mensagem a Garcia” funciona na base da opressão, de exemplos individuais. Não se presta ao processo motivacional consciente. Chega a ser maquiavélica. Abre horizontes para procedimentos individuais. Não é algo que possa ser generalizado e aplicado a qualquer situação, pois carece de embasamento teórico-metodológico.

Para pôr fim a essa ilusão, é necessário um adequado processo de desenvolvimento educacional efetivo, eficiente e eficaz. Não basta só ser rico,isso qualquer um pode ser. Ser desenvolvido requer outras qualificações. O país que ocupar as primeiras posições no fator econômico e for um dos últimos colocados no Índice de Desenvolvimento Humano - IDH , “Mensagem a Garcia”  poderá continuar sendo aplicada. Mas apenas por falta de opção. Ou por falta de uma visão mais consciente. E, ainda assim, não deixará de ser uma inadequada ferramenta educativa.

Com a palavra, o leitor.


*Veterano, Fuzileiro Naval e escritor. 
 Do Blog: 

      Sobre Espedito Moreira de Mello "colunista convidado".

    É natural de Lages-RN. Veterano Fuzileiro Naval Especializado em Telecomunicações Navais. Graduado em Administração pela Universidade do Distrito Federal e pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Após 30 anos de bons serviços prestados a Marinha do Brasil, em Especial ao Glorioso Corpo de Fuzileiros Navais - CFN, ingressou, mediante concurso Público, no Governo do Distrito Federal - GDF onde exerceu cargo de chefia, desenvolveu e coordenou a implantação de projetos técnicos nas áreas de Organização Administrativa e de Sistemas e Métodos, na Fundação do Serviço Social e na Secretaria de Administração do GDF, nos anos de 1982 a 1998. Escritor, autor do livro MEMÓRIAS DE UMA TRÍPLICE JORNADA, entre outras publicações). Hoje vive em Parnamirim/RN, onde desfruta das benesses que aquela bela cidade Norteriograndense oferece.

Nota de Falecimento - CMG (QC-FN) Chaves Lima

   Com muita tristeza cumprimos o doloroso dever de publicar a nota de falecimento do Capitão-de-Mar-e-Guerra (QC-FN) Renato Wilson Chaves Lima ocorrido na cidade de São Luiz do Maranhão no dia 12 de abril de 2014 – Sábado.
   Recebi a nota por e-mail do Secretário da MIREMAR Veterano Abdias Praciano em 16/ABR/2014, o mesmo informa que o saudoso Comandante Chaves lima serviu por muito tempo no Grupamento de Fuzileiros Navais de Belém/PA (GptFNBe).
     Ficam aqui registrados os sentimentos de pesar da Associação Esportiva Saco e Maca - AESM (nosso popular “Saco Mucho”), Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais - AVCFN, em meu nome pessoal e de minha família aos familiares e amigos do saudoso Chaves Lima, que o Bom Deus com sua infinita misericórdia acolha sua alma no Batalhão da Eternidade e conceda conforto aos seus familiares e amigos nessas horas de transição.

Apaixonados pelo Exército restauram veículos militares

Museu das viaturas

    O muro com ameias pintado de verde e branco junto com o Brasão da República em alto relevo revela que o terreno localizado na Rua Amapá, no Vista Alegre, não é como os demais. Porém, por mais que a imaginação de quem vê a área de fora possa ir muito longe, dificilmente conseguiria supor que ali está instalado um aquartelamento da década de 1970 completo e planejado nos mínimos detalhes para ser fiel ao modelo original.
    O local é a sede da Brigada Paranaense de Viaturas Militares Antigas (BPVMA), uma iniciativa particular de dois apaixonados pelo Exército Brasileiro. São eles Luiz Roberto Lúcio Soares e Luércio Turra, filhos de militares que cresceram envolvidos pela atuação dos pais servindo o país. O objetivo principal de todo empenho é fazer uma homenagem aos militares, especialmente aos soldados que foram à Itália na Segunda Guerra Mundial.
Fonte: ParanáOnline via  Blog do Montedo continue lendo AQUI 
Do Blog: 
   Esta matéria me emocionou basta! Pois já tive o prazer de conhecer pessoalmente a Brigada Paranaense de Viaturas Militares Antigas (BPVMA), juntamente com os Veteranos Manoel e Dagoberto, onde fomos muito bem recepcionados pelo Vice-presidente da Brigada Veterano Beto, que preparou um delicioso churrasco, o qual saboreamos recheado de agradáveis dedinhos de prosas e nos acolheu no Hotel de Transito localizado no interior da Sede daquela Brigada.
   Mais uma vez nosso eterno agradecimento a direção da BPVMA, em especial ao Veterano Beto.
   Veja AQUI a matéria de nossa visita.
ADSUMUS!
Veteranos Manoel, Dagoberto, O Vice-presidente da BPVMA Beto e Lucena, por ocasião de nossa visita aquela Brigada.
Sala de Comunicações da Brigada

terça-feira, 15 de abril de 2014

Mensagem do Comandante da Marinha. Nota de BONO

MARINHA DO BRASIL
Comandante da Marinha Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto

BOLETIM DE ORDENS E NOTÍCIAS Nº 284 DE 15 DE ABRIL DE 2014 BONO ESPECIAL
COMANDANTE DA MARINHA
BRASÍLIA, DF. Em 14 de abril de 2014.
 Assunto:        Comunicado à Marinha do Brasil
                  Meus comandados!
Em relação à matéria intitulada “Luxo e viagem dão indício de improbidade”, que acompanhou a matéria de capa com o título “Compra de imóvel de luxo leva MP a investigar Comandante da Marinha”, publicada no jornal “O Dia”, em 13 de abril de 2014, insinuando que foram efetuadas aquisições imobiliárias, fraudulentas e ilegais, envolvendo o meu nome e de meus familiares, repudio, com veemência, as falsas, levianas e malignas notícias veiculadas, não aceitando acusações de prática de corrupção, improbidade, desvio de caráter e de ética, e venho, por meio desta, dar conhecimento aos militares da ativa, na inatividade e servidores civis da Marinha do Brasil que:
1- Tais ilações são fruto de denúncia anônima, sem qualquer elemento de prova, inicialmente protocolada na Controladoria-Geral da União (CGU), imputando-me, em termos falaciosos, levianos e desrespeitosos, desvios de conduta e de enriquecimento ilícito, difamando-me e colocando sob suspeição a minha honestidade e, por conseguinte, a probidade no desempenho do cargo que ocupo. A referida denúncia tramitou, por Ofício nº 3970, de 08FEV2013, da CGU ao Ministério da Defesa (MD) que, por sua vez, oficiou à Marinha do Brasil. Assim, enviei, em ABR2013, oficialmente, um relatório pormenorizado ao MD sobre a compra do imóvel, abordando detalhadamente: a sua situação legal à época; os compradores; o seu valor; os impostos e taxas; e a origem dos recursos financeiros. Após análise do relatório e seus apensos, o MD expediu o Ofício nº 292-GM-GAP, de 03AGO2013, à CGU, informando que considerava o assunto encerrado e que arquivaria o referido processo naquele Ministério. 2- Em relação às minhas viagens ao exterior, desejo enfatizar que elas foram autorizadas pelo Ministro de Estado da Defesa e publicadas, por meio de Portarias, no Diário Oficial da União, sendo realizadas a serviço e em caráter oficial, para participação em seminários, conferências e reuniões com outras Forças Navais, ou para compor comitiva do MD. É digno de nota que tais viagens são consequência da maior inserção do Brasil no cenário internacional, bem como do acréscimo das atividades de relações internacionais entre a MB e as demais Marinhas pertencentes aos países de interesse estratégico. Além disso, as Visitas Oficiais e as participações nos diversos fóruns de discussão dos assuntos marítimos, pelo Comandante da Marinha/Autoridade Marítima, e o incremento do relacionamento com outros países vêm trazendo uma série de benefícios à Instituição e ao País. 3- Em referência à designação de Oficiais para servir no exterior, cumpre esclarecer que compete ao Comandante da Marinha, por delegação do Presidente da República, a nomeação e exoneração de militares para esses cargos e comissões. Cabe destacar que é falsa a informação de que o Oficial designado para servir na Organização Marítima Internacional (IMO) seria primo de minha esposa, pois o Oficial não possui nenhum grau de parentesco com ela ou comigo. Ressalta-se, ainda, que a Marinha do Brasil não recebeu, até a presente data, qualquer documento do Ministério Público Federal (MPF) que trate de investigação sobre o tema, tendo tomado conhecimento do assunto por meio de demanda de imprensa, contendo cópia de uma Portaria do citado órgão. No entanto, caso seja oficialmente instado a me manifestar, prestarei todas as informações necessárias à confirmação da legalidade e legitimidade dos atos por mim praticados.
 
                                                  JULIO SOARES DE MOURA NETO

Almirante-de-Esquadra Comandante da Marinha