quinta-feira, 17 de abril de 2014

40º Encontro de Veteranos do CFN - Nota de BONO

   - Em 17MAI será realizado o 40º Encontro de Veteranos doCFN, no CIASC, organizado pelo CGCFN,representando mais uma oportunidade para congregar Fuzileiros de ontem e de hoje. Desde sua primeira edição,em 1975, os Encontros têm permitido rever amigos de antigas jornadas e expandir a Associação de Veteranos do CFN – por oportuno, se você ainda não é Associado, seja bem-vindo! Os convites para o Encontro serão expedidos pelo CGCFN, com distribuição a cargo da AVCFN. Todo Veterano, independentemente de ser ou não membro da AVCFN, poderá receber até três convites –o seu e dois para seus dependentes. Para que todos possam melhor aproveitar a festa, é preciso ter uma estimativa de quantas pessoas estarão presentes e quais locais, no Grande Rio, precisarão de ônibus para facilitar o transporte dos Veteranos e convidados para o CIASC. Assim, é preciso contar com a colaboração de todos, conforme os procedimentos a seguir.

    Entrar em contato com a Secretaria da AVCFN, até 30ABR, pessoalmente (Sede Nacional, em frente ao HCM), por telefone (2233-3162; 2126-5107; 2253-1170) ou pelo e-mail secretaria@avcfn.com.br, e informar nome, município/bairro onde reside e a quantidade de dependentes que pretende levar ao evento. Estes dados permitirão estimar a quantidade de pessoas que comparecerão e os pontos de partida e de ônibus que precisarão ser disponibilizados.



shorts. 
 Extrato do BONO Nº 288 DE 17 DE ABRIL DE 2014
www.sacomucho.blogspot.com

Regata Âncora Social - (ARES-SG)

quarta-feira, 16 de abril de 2014

“MENSAGEM A GARCIA” - Por Espedito Moreira

O mito que abarrotou a conta bancária de seu autor
Espedito M. de Mello*

     “Mensagem a Garcia” virou título de um artigo escrito pelo jornalista americano HelberHabbard, em 22 de fevereiro de 1899, publicado na revista “Phillistine” de sua propriedade. Segundo o autor, esse texto fora escrito para preencher espaço na revista que estava prestes a sair do prelo. A publicação do texto teria ocorrido sem título algum.

Ouvi, pela primeira vez, a expressão “Mensagem a Garcia” quando estava no meu curso de formação de fuzileiro naval. Já se passaram algumas décadas. No calor das instruções, era comum escutar essa expressão, proferida pelos instrutores: “vocês precisam ser capazes de entregar mensagem a Garcia”. Não havia detalhes dessa missão. “Isso é mais difícil do que levar mensagem a Garcia” soava, por vezes, como tarefa difícil de execução.

Durante alguns anos, habituei-me a ouvir expressões desse tipo, não lhe dando muito crédito, mesmo porque não dispunha de referencial.  Parecia “história de trancoso”.

Quando estava fazendo um curso por correspondência, ministrado por um estabelecimento de ensino de São Paulo, me enviaram, junto com outros materiais do curso, o texto da “Mensagem a Garcia”, até então incógnita. Exclamei: “Aleluia! Aleluia!...”Li-o várias vezes e depois o arquivei ou emprestei-o a alguém que não teve o cuidado de me devolvê-lo. Na época, era produto escasso. Hoje, a Internet tem esse texto de toda a forma e para todos os gostos.

Contam os fatos que naquela época, 1898, Cuba, há tempos, estava em guerra com a Espanha e buscava a sua independência daquele reino. Muitos cidadãos norte-americanos tinham negócios na ilha. Alguns dos ali domiciliados estavam inquietos com a situação. Para tranquilizá-los, os Estados Unidos teriam enviado a Cuba uma comissão que viajara a bordo do encouraçado Maine. O Império Espanhol não gostou e ordenou que sua Marinha afundasse a bela nave.

A esse episódio se juntaram outros, resultando numa guerra declarada entre os Estados Unidos e a Espanha.

Os Estados Unidos defendiam a independência de Cuba, tendo, como aliado, o comandante das forças insurretas, o general Garcia.

Irrompido o conflito hispano-americano, o importante era fazer contato com o chefe dos insurretos. O então presidente dos Estados Unidos, Mr. McKinley, precisava, urgentemente, comunicar-se com o general Garcia. O correio e o telégrafo, por razão de segurança, estavam fora de cogitação. Restava o canal mensageiro. Mas onde encontrar alguém capaz de localizar Garcia a fim de entregar-lhe uma mensagem? Esse homem existia? O que fazer?

“Há um homem chamado Rowan. E se alguma pessoa é capaz de encontrar Garcia, há de ser Rowan” - alguém teria dito ao presidente (na edição que li a primeira vez, esse alguém era um coronel, membro da equipe de assessores do presidente, e Rowan, sargento).

“Rowan foi trazido à presença do Presidente, que lhe confiou uma carta com a incumbência de entregá-la a Garcia. De como este homem, Rowan, tomou a carta, meteu-a em invólucro impermeável, amarrou-a ao peito, e, após quatro dias, saltou de um barco sem sequer uma cobertura, alta noite, nas costas de Cuba, de como se embrenhou no sertão para depois de três semanas surgir do outro lado da ilha, tendo atravessado a pé um país hostil, e entregue a carta a Garcia, são coisas que não vem ao caso narrar aqui pormenorizadamente”.
         ”O ponto que desejo frisar é este
(diz o texto): McKinley, o presidente, deu a Rowan uma carta para ser entregue a Garcia; Rowan tomou a carta e nem sequer perguntou: ‘onde é que ele está?

Aqui o autor despreza alguns condicionantes, cria um cenário utópico ou quase isso. Isto porque o conteúdo do texto funcionava mais como dogma do que como ferramenta gerencial. Por falta de algo mais significativo, teve seu valor naqueles tempos.

Vejamos: Rowan que fora indicado por alguém (o coronel), conhecido pelas suas qualificações, pelo conhecimento do ambiente operacional e por sua capacidade própria de agir, tendo aceitado a missão, teria passado por uma rigorosa “orientação”. Alguém seria capaz de negar isso. Ele, portanto, não teria que fazer pergunta alguma ao presidente. A glória estava tão somente em receber das mãos do próprio presidente McKinley o objeto da sua tarefa. Por outro lado, há alguém capaz de supor que Rowan saiu de Washington para Cuba montado numa mula e atravessou as águas do oceano, que divide os dois países, de caíque? Em virtude da importância da missão, é de convir que um navio da Marinha americana transportou-o até as costas da ilha cubana e, numa noite bem escura, deixou-o num pequeno escaler, tendo ele próprio remado até terra firme. Daí para frente, provavelmente, utilizou seus conhecimentos sobre o território cubano para alcançar o general Garcia.

Nenhum indivíduo inteligente seria capaz de dispensar ajuda para facilitar o cumprimento de uma missão difícil. É bom saber que é sempre aceitável contar com uma boa retaguarda.  “Dá-me uma alavanca e um ponto de apoio e eu moverei o mundo”, teria dito o físico grego Arquimedes, cerca de 300 a.C.

No meu entendimento, o autor generalizou, ou seja, na sua ótica, todos deveriam estar no nível de capacitação de Rowan. Ignorou que Rowan era um indivíduo específico para aquela missão. E, por isso, fora escolhido. Só para testar: se em vez de levar a carta a Garcia em Cuba, a tarefa fosse levar essa mesma carta ao príncipe Hilakoff, embrenhado nas terras gélidas da Sibéria, na Rússia, Rowan teria sido o escolhido? Duvido. É muito provável que ele teria dito: “esta não é minha praia”.

A maioria dos homens pode ser competente para cumprir determinadas missões, mas não todas as missões. Cada elemento precisa ser devidamente preparado. Esteja na base ou localizado em outro nível da pirâmide organizacional. Não basta só ter o poder de ordenar e de atribuir missão. Esse poder tem de estar vinculado à responsabilidade de quem o determina.  É necessário saber atribuir a missão à pessoa capacitada para cumpri-la.

De qualquer forma, “Mensagem a Garcia” tornou-se um bestseller. Vendeu milhões e milhões de exemplares a órgãos públicos e a empresas privadas de vários países: Rússia, França, Alemanha, Turquia. China, Japão, dentre outros. Disseminou-se sua filosofia por todo o planeta.

Nos tempos atuais, depois das modernas teorias de administração preconizadas por Taylor, Fayol, Elton Mayo e seus seguidores, será que é possível a adoção da “filosofia” formalizada por “Mensagem a Garcia”?

                Admita-se que alguém responda afirmativamente à questão colocada. Poderá alegar que de nada adiantam essas teorias se a maior parte das pessoas está à margem do sistema educacional e não tem acesso ao seu conteúdo. Mesmo visto por essa ótica, é preciso ter em mente que “Mensagem a Garcia” funciona na base da opressão, de exemplos individuais. Não se presta ao processo motivacional consciente. Chega a ser maquiavélica. Abre horizontes para procedimentos individuais. Não é algo que possa ser generalizado e aplicado a qualquer situação, pois carece de embasamento teórico-metodológico.

Para pôr fim a essa ilusão, é necessário um adequado processo de desenvolvimento educacional efetivo, eficiente e eficaz. Não basta só ser rico,isso qualquer um pode ser. Ser desenvolvido requer outras qualificações. O país que ocupar as primeiras posições no fator econômico e for um dos últimos colocados no Índice de Desenvolvimento Humano - IDH , “Mensagem a Garcia”  poderá continuar sendo aplicada. Mas apenas por falta de opção. Ou por falta de uma visão mais consciente. E, ainda assim, não deixará de ser uma inadequada ferramenta educativa.

Com a palavra, o leitor.


*Veterano, Fuzileiro Naval e escritor. 
 Do Blog: 

      Sobre Espedito Moreira de Mello "colunista convidado".

    É natural de Lages-RN. Veterano Fuzileiro Naval Especializado em Telecomunicações Navais. Graduado em Administração pela Universidade do Distrito Federal e pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Após 30 anos de bons serviços prestados a Marinha do Brasil, em Especial ao Glorioso Corpo de Fuzileiros Navais - CFN, ingressou, mediante concurso Público, no Governo do Distrito Federal - GDF onde exerceu cargo de chefia, desenvolveu e coordenou a implantação de projetos técnicos nas áreas de Organização Administrativa e de Sistemas e Métodos, na Fundação do Serviço Social e na Secretaria de Administração do GDF, nos anos de 1982 a 1998. Escritor, autor do livro MEMÓRIAS DE UMA TRÍPLICE JORNADA, entre outras publicações). Hoje vive em Parnamirim/RN, onde desfruta das benesses que aquela bela cidade Norteriograndense oferece.

Nota de Falecimento - CMG (QC-FN) Chaves Lima

   Com muita tristeza cumprimos o doloroso dever de publicar a nota de falecimento do Capitão-de-Mar-e-Guerra (QC-FN) Renato Wilson Chaves Lima ocorrido na cidade de São Luiz do Maranhão no dia 12 de abril de 2014 – Sábado.
   Recebi a nota por e-mail do Secretário da MIREMAR Veterano Abdias Praciano em 16/ABR/2014, o mesmo informa que o saudoso Comandante Chaves lima serviu por muito tempo no Grupamento de Fuzileiros Navais de Belém/PA (GptFNBe).
     Ficam aqui registrados os sentimentos de pesar da Associação Esportiva Saco e Maca - AESM (nosso popular “Saco Mucho”), Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais - AVCFN, em meu nome pessoal e de minha família aos familiares e amigos do saudoso Chaves Lima, que o Bom Deus com sua infinita misericórdia acolha sua alma no Batalhão da Eternidade e conceda conforto aos seus familiares e amigos nessas horas de transição.

Apaixonados pelo Exército restauram veículos militares

Museu das viaturas

    O muro com ameias pintado de verde e branco junto com o Brasão da República em alto relevo revela que o terreno localizado na Rua Amapá, no Vista Alegre, não é como os demais. Porém, por mais que a imaginação de quem vê a área de fora possa ir muito longe, dificilmente conseguiria supor que ali está instalado um aquartelamento da década de 1970 completo e planejado nos mínimos detalhes para ser fiel ao modelo original.
    O local é a sede da Brigada Paranaense de Viaturas Militares Antigas (BPVMA), uma iniciativa particular de dois apaixonados pelo Exército Brasileiro. São eles Luiz Roberto Lúcio Soares e Luércio Turra, filhos de militares que cresceram envolvidos pela atuação dos pais servindo o país. O objetivo principal de todo empenho é fazer uma homenagem aos militares, especialmente aos soldados que foram à Itália na Segunda Guerra Mundial.
Fonte: ParanáOnline via  Blog do Montedo continue lendo AQUI 
Do Blog: 
   Esta matéria me emocionou basta! Pois já tive o prazer de conhecer pessoalmente a Brigada Paranaense de Viaturas Militares Antigas (BPVMA), juntamente com os Veteranos Manoel e Dagoberto, onde fomos muito bem recepcionados pelo Vice-presidente da Brigada Veterano Beto, que preparou um delicioso churrasco, o qual saboreamos recheado de agradáveis dedinhos de prosas e nos acolheu no Hotel de Transito localizado no interior da Sede daquela Brigada.
   Mais uma vez nosso eterno agradecimento a direção da BPVMA, em especial ao Veterano Beto.
   Veja AQUI a matéria de nossa visita.
ADSUMUS!
Veteranos Manoel, Dagoberto, O Vice-presidente da BPVMA Beto e Lucena, por ocasião de nossa visita aquela Brigada.
Sala de Comunicações da Brigada

terça-feira, 15 de abril de 2014

Mensagem do Comandante da Marinha. Nota de BONO

MARINHA DO BRASIL
Comandante da Marinha Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto

BOLETIM DE ORDENS E NOTÍCIAS Nº 284 DE 15 DE ABRIL DE 2014 BONO ESPECIAL
COMANDANTE DA MARINHA
BRASÍLIA, DF. Em 14 de abril de 2014.
 Assunto:        Comunicado à Marinha do Brasil
                  Meus comandados!
Em relação à matéria intitulada “Luxo e viagem dão indício de improbidade”, que acompanhou a matéria de capa com o título “Compra de imóvel de luxo leva MP a investigar Comandante da Marinha”, publicada no jornal “O Dia”, em 13 de abril de 2014, insinuando que foram efetuadas aquisições imobiliárias, fraudulentas e ilegais, envolvendo o meu nome e de meus familiares, repudio, com veemência, as falsas, levianas e malignas notícias veiculadas, não aceitando acusações de prática de corrupção, improbidade, desvio de caráter e de ética, e venho, por meio desta, dar conhecimento aos militares da ativa, na inatividade e servidores civis da Marinha do Brasil que:
1- Tais ilações são fruto de denúncia anônima, sem qualquer elemento de prova, inicialmente protocolada na Controladoria-Geral da União (CGU), imputando-me, em termos falaciosos, levianos e desrespeitosos, desvios de conduta e de enriquecimento ilícito, difamando-me e colocando sob suspeição a minha honestidade e, por conseguinte, a probidade no desempenho do cargo que ocupo. A referida denúncia tramitou, por Ofício nº 3970, de 08FEV2013, da CGU ao Ministério da Defesa (MD) que, por sua vez, oficiou à Marinha do Brasil. Assim, enviei, em ABR2013, oficialmente, um relatório pormenorizado ao MD sobre a compra do imóvel, abordando detalhadamente: a sua situação legal à época; os compradores; o seu valor; os impostos e taxas; e a origem dos recursos financeiros. Após análise do relatório e seus apensos, o MD expediu o Ofício nº 292-GM-GAP, de 03AGO2013, à CGU, informando que considerava o assunto encerrado e que arquivaria o referido processo naquele Ministério. 2- Em relação às minhas viagens ao exterior, desejo enfatizar que elas foram autorizadas pelo Ministro de Estado da Defesa e publicadas, por meio de Portarias, no Diário Oficial da União, sendo realizadas a serviço e em caráter oficial, para participação em seminários, conferências e reuniões com outras Forças Navais, ou para compor comitiva do MD. É digno de nota que tais viagens são consequência da maior inserção do Brasil no cenário internacional, bem como do acréscimo das atividades de relações internacionais entre a MB e as demais Marinhas pertencentes aos países de interesse estratégico. Além disso, as Visitas Oficiais e as participações nos diversos fóruns de discussão dos assuntos marítimos, pelo Comandante da Marinha/Autoridade Marítima, e o incremento do relacionamento com outros países vêm trazendo uma série de benefícios à Instituição e ao País. 3- Em referência à designação de Oficiais para servir no exterior, cumpre esclarecer que compete ao Comandante da Marinha, por delegação do Presidente da República, a nomeação e exoneração de militares para esses cargos e comissões. Cabe destacar que é falsa a informação de que o Oficial designado para servir na Organização Marítima Internacional (IMO) seria primo de minha esposa, pois o Oficial não possui nenhum grau de parentesco com ela ou comigo. Ressalta-se, ainda, que a Marinha do Brasil não recebeu, até a presente data, qualquer documento do Ministério Público Federal (MPF) que trate de investigação sobre o tema, tendo tomado conhecimento do assunto por meio de demanda de imprensa, contendo cópia de uma Portaria do citado órgão. No entanto, caso seja oficialmente instado a me manifestar, prestarei todas as informações necessárias à confirmação da legalidade e legitimidade dos atos por mim praticados.
 
                                                  JULIO SOARES DE MOURA NETO

Almirante-de-Esquadra Comandante da Marinha

"Sacomuchianos" fazem parte do 20º Contingente do HAITI

     Motivo de orgulho para nossa Associação Esportiva Saco e Maca – AESM (Popular “Saco Mucho”) em ter dois “Sacomuchianos” Fuzileiros Navais, autênticos Combatentes Anfíbios fazendo parte do Batalhão de Proteção. Vigésimo Contingente do Haiti.

BRAVO ZULU!
Suboficial Fuzileiro Naval Rinaldo e Sargento Iran
SO-FN Rinaldo

Nota Oficial da Marinha sobre reportagem do jornal "O Dia"

Nota Oficial da Marinha sobre reportagem do jornal "O Dia"

Em relação à matéria intitulada “Luxo e viagem dão indício de improbidade”, que acompanhou a matéria de capa com o título “Compra de imóvel de luxo leva MP a investigar Comandante da Marinha”, publicada no jornal “O Dia”, em 13 de abril de 2014, a Marinha do Brasil (MB) repudia, veementemente, as falsas, levianas e malignas notícias veiculadas, bem como qualquer ilação contida na reportagem que faça referência a aquisições […]
Fonte: Defesa Aérea e Naval. Click AQUI Veja a nota completa. 

A mídia e o golpe de 1964

PAULO ANDRÉ CHENSO
O 50º aniversário do golpe militar de 1964 provocou uma onda de opiniões a favor e contra, debates e discussões. A mídia encheu as telas da TV e páginas de jornais com quilométricas reportagens sobre o tema. Porém, todas as críticas foram dirigidas contra os militares, atribuindo às Forças Armadas a culpa por todas as mazelas e todos os crimes e torturas. Nenhum dos crimes horrorosos, praticados pela esquerda (comunistas) contra militares ou civis inocentes foram apresentados. Acaso os crimes dos terroristas não fazem parte da “verdade” que eles pregam com tanta veemência? Nossa presidente fez ardoroso discurso sobre “o tempo que não pode ser esquecido”. Que tal a mídia apresentar os crimes cometidos por todos os terroristas hoje no poder? Dilma, Genoíno, Zé Dirceu, Palocci, Carlos Minc, Franklin Martins, Paulo Vanucchi, entre outros? Falta coragem?
A ação dos militares contra os terroristas só começou em julho de 1966, após o atentado contra a vida do general Arthur da Costa e Silva, no aeroporto de Recife, onde uma bomba matou, na hora, o vice-almirante Nelson Fernandes, o jornalista Regis de Carvalho, e mutilou o coronel Sylvio Ferreira da Silva e Sebastião de Aquino, o “Paraíba”, jogador do Sport, além de mais 13 feridos. Na mídia, nenhuma palavra. Sobre o carro bomba no quartel do 2º Exército, em São Paulo, nada. Silêncio sobre o assassinato do major alemão Edward E. T. M. Von Westerhagen. Bico calado sobre o assassinato do capitão Charles R. Chandler metralhado na frente da esposa e filhos. Nada se fala sobre o assassinato do tenente Alberto Mendes Junior, da PM de São Paulo, por Lamarca. E assim prossegue a lista das vítimas do terror: bancários, operários, policiais civis, oficiais e soldados da PM, militares das três Armas… Enfim, ninguém fala deles. É como se tais crimes nunca tivessem acontecido. Vítimas, só os terroristas. Todos eles foram anistiados e indenizados, enquanto a maioria das vítimas do outro lado foi abandonada, menosprezada e até humilhada. Que anistia é essa? O que é, realmente, essa “comissão da verdade”?
O ex-padre comunista Alípio de Freitas, autor do atentado no aeroporto de Recife jamais foi punido. Anistiado, recebe uma pensão do governo brasileiro de R$ 6 mil e vive, tranquilamente, em Lisboa, dando aulas de Sociologia e Política.
Diógenes do PT – na verdade, Diógenes José de Carvalho, codinomes Leandro, Leonardo, Luiz e Pedro – membro da Vanguarda Popular Revolucionária, participou de grande número de crimes em São Paulo de março de 1968 a março de 1969: bombas contra bibliotecas, jornais, quartéis e lojas; assalto a bancos, hospitais e quartéis; assassinato de militares brasileiros e estrangeiros. Em todas estas ações houve vítimas, fatais ou mutiladas. O número e a violência dos atentados perpetrados por grupos terroristas determinaram o endurecimento do regime e a edição, em 13 de dezembro, do AI-5, decretando, só então, a ditadura.
Diógenes, e todos os demais remanescentes do terrorismo jamais foram punidos. O “Leandro” anistiado, recebeu do governo uma indenização de R$ 400 mil, mais uma pensão mensal vitalícia de R$ 1,6 mil, livre do imposto de renda. Hoje é importante membro do partido no Rio Grande do Sul, e se intitula “Diógenes do PT”. De suas vítimas, no entanto, ninguém sequer sabe os nomes! A maioria nunca foi reconhecida com vítimas pelo “estado democrático” instalado.
Por que a mídia em geral se reporta apenas aos crimes cometidos pelos militares? Por que jamais tocam nas vítimas do terrorismo? São 129 vítimas mortas, brasileiras como todas as outras, e que merecem um pouco mais de respeito.
PAULO ANDRÉ CHENSO é médico, professor e historiador em Londrina. Artigo publicado na Folha de Londrina.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Exército comemora 366 anos - Brasília

Exército comemora 366 anos com entrega da Medalha da Ordem do Mérito Militar

Brasília, 14/04/2014 – O Exército Brasileiro comemorou nesta segunda-feira (14) seus 366 anos de fundação com a entrega da Medalha da Ordem do Mérito Militar a entidades e civis e militares em cerimônia no Quartel General (QG) da Força Terrestre, em Brasília. O ministro da Defesa, Celso Amorim, ao término da solenidade, destacou a participação do Exército em diferentes frentes, desde as missões de paz sob a liderança da ONU até sua participação como força de pacificação de comunidades como o Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.

“Relembrar a data da Batalha dos Guararapes é muito importante. O Exército evidentemente é a força de maior capilaridade. Ele tem que proteger nossas fronteiras, participa de operações de paz e sempre pronto para atuar quando chamado para novas tarefas, como a Operação São Francisco, no complexo da Maré, ou em apoio às comunidades vítimas de desastres naturais”, destacou o ministro.


Dia do Exército

O Dia do Exército é comemorado em 19 de abril. Esse ano, em função do feriado da Paixão de Cristo e da Páscoa, a Força Terrestre antecipou as festividades. A cerimônia teve início com a passagem em revista das tropas pelo ministro Amorim, acompanhado pelo comandante do Exército, general Enzo Martins Peri.

Em seguida, já no palanque principal, Amorim e o general Enzo ficaram ladeados pelos comandantes da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto; da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito; o ministro do Gabinete da Segurança Institucional, general José Elito de Siqueira; o ministro da Secretaria de Assuntos Extraordinários (SAE), Marcelo Neri, o chefe do Estado-Maior Conjunto das forças Armadas (EMCFA), general José Carlos De Nardi.

Na Ordem do Dia, lida pelo general Enzo, a história sobre a criação do Exército: “Nesse 19 de Abril o Exército celebra, trabalhando, seu aniversário de criação, cujo nascimento se deu no longínquo 1648 nos Montes Guararapes. Havia, naquela época, um território ameaçado pelo invasor; havia um sentimento de corresponsabilidade com a jovem Nação; e havia a grande vontade de um povo de se autodeterminar.”

“Enfrentamos e vencemos”, enfatizou o general. “Fomos gestados, portanto, em um ambiente de lutas e de sacrifícios de um povo valente, traduzido pelo sentimento de patriotismo – unindo raças e credos – que se incorporou definitivamente ao caráter da nossa gente. Assim, já se vão 366 anos de dedicação à Pátria, movidos pelo sentimento de servir”, disse o comandante do Exército.

Depois houve a entrega das medalhas. As entidades homenageadas foram o Comando Geral de Apoio, da Aeronáutica; o Comando da Força de Submarino, da Marinha; o 50º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS) e o 3º Batalhão de Comunicação, do Exército.

Foto: Jorge Cardoso
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
61 3312-4070

MB - Dependentes suspensos Nota de BONO

DIRETORIA DO PESSOAL MILITAR DA MARINHA
   DEPENDENTES SUSPENSOS PELO RECENSEAMENTO
   – Em levantamento recente, esta Diretoria constatou a existência de um elevado número de dependentes diretos, aqueles elencados no inciso 1.3.2 da DGPM-303 (Rev.4), que constavam no Sistema de Dependentes como “em concessão”, mas que foram suspensos, tendo em vista que os instituidores dos mesmos não atenderam às convocações para o recenseamento, conforme matéria publicada no BONO Geral nº 032, de 18JAN2012.
   Ressalta-se que as suspensões por não recenseamento não significam o cancelamento definitivo dos benefícios dos dependentes. A qualquer tempo, aqueles dependentes que foram suspensos poderão ter a sua renovação de concessão, mediante apresentação de nova Declaração de Dependentes (DD) por parte do instituidor, desde que preencham os requisitos para a manutenção de dependência, em conformidade com o preconizado na DGPM-303 (Rev. 4) – NORMAS SOBRE DECLARAÇÃO DE DEPENDENTES E BENEFICIÁRIOS.
Extrato do BONO Nº 276 DE 14 DE ABRIL DE 2014

Ilha do Governador do LUXO AO LIXO...

    Vi no Face na página Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que “no Brasil, já existem algumas leis municipais que proíbem as pessoas de jogar lixo nas ruas. A lei pode inibir o cidadão, mas a mudança de comportamento só ocorre com a conscientização, não é mesmo? Lugar de lixo é no lixo! Faça a sua parte e passe para a frente essa idéia”. 
 
     Concordo plenamente, mas, para tal, os governantes deveriam fazer a parte deles. Veja que aqui na Ilha do Governador não se anda muito tempo com o lixo nas mãos, haja vista que as calçadas já são depósito de lixos, mais precisamente na rua Luiz Sá no Village, frente ao COLÉGIO LEONEL AZEVEDO na Portuguesa.
   Veja as fotos:
Esquina da Governador Chagas Freitas com a Rua Luiz Sá em 14/ABR/2014
Rua Luiz Sá em 10/ABR/2014
 *** Estas cenas são diárias nestes locais...

Veterano Inaldo Visita amigo na Bahia.

       Visita do Veterano Inaldo a amigos na Bahia. Fotos e texto do próprio Inaldo.
    - Recentemente, próximo ao final de março, eu e a Regina tivemos a honra de visitar o amigo Veterano GENDIROBA, Esposa Erundina e Familiares, em Salvador – Bahia.
   Entre os passeios aos pontos turísticos e degustação de comidas típicas da região, revimos amigos RAIMUNDO e Esposa e conhecemos outros novos; MARCÃO, ALFREDO, MARCELO. Destaco, também, nesta visita o prazer de ter conhecido uma Senhora muito simpática chamada carinhosamente de Dona LILA, a qual enviamos nossos apreço e carinho.
    Ao amigo GENDIROBA, mais conhecido pelas bandas de lá como CAMPEÃO, talvez por ser FN, sempre ADSUMUS, e a ERUNDINA, nossos agradecimentos pela hospitalidade dispensada nesse breve encontro, que ficará marcado nas nossas lembranças, que até não deveremos esquecer os seus cachorros Marly Alexandre e Lola.
Um BRAVO ZULU a todos.

Porte de Arma para todos os militares estabilizados.

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou, na quarta-feira (2), proposta que acrescenta dispositivo ao Estatuto do Desarmamento (Lei10.826/03) para assegurar o direito a porte de armas a fiscais ambientais federais, estaduais, distritais e municipais contratados por concurso público.

O texto também permite o porte de armas a praças das Forças Armadas e, quando efetivamente em serviço, a oficiais temporários, aspirantes a oficiais e guardas-marinha.

O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Edio Lopes (PMDB-RR), para os projetos de lei 5720/13, do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), e 6286/13, do deputado Marco Maia (PT-SP). Em seu parecer, Lopes recomenda a aprovação da proposta de Maia, com emenda, e a rejeição do texto de Bolsonaro.

O relator concordou com a intenção do PL 6286/13, que autoriza o porte de arma aos integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). “Os servidores designados para as atividades de fiscalização ambiental, por trabalharem rotineiramente em ações de prevenção e combate a ilícitos ambientais, estão constantemente sujeitos a situações de enfrentamento e riscos à integridade física. Assim, o porte e o uso de armas de fogo é imprescindível para a salvaguarda dos servidores”, argumentou Lopes.

Ele acrescentou, no entanto, que decidiu propor um novo texto para estender o direito ao porte de arma a todos os integrantes da carreira de especialista em meio ambiente, a fim de alcançar um grupo maior de profissionais.

A Carreira de Especialista em Meio Ambiente é composta pelos cargos de gestor ambiental, gestor administrativo, analista ambiental, analista administrativo, técnico ambiental, técnico administrativo e auxiliar administrativo, abrangendo os cargos de pessoal do Ministério do Meio Ambiente e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Praças das Forças Armadas
O relator também acolheu emenda apresentada ao substitutivo que assegura o porte de arma aos praças [patentes abaixo da carreira de oficial] das Forças Armadas com estabilidade assegurada, em todo o território nacional, assim como, quando efetivamente em serviço, aos oficiais temporários, aspirantes a oficiais e guardas-marinha.

Por fim, Lopes recomendou a rejeição do PL 5720/13, que vai em sentido contrário: revoga dispositivo da Lei de Fauna (5.197/67) para proibir a concessão de porte de arma aos agentes do Ibama.

Lopes afirmou que diversas leis revogaram ou foram omissas ao tratar do porte de armas no exercício de atividades de fiscalização ambiental. “Em uma interpretação mais literal, somente os servidores designados para as atividades de fiscalização ambiental que atuam no combate à caça de animais estariam autorizados ao porte de armas.”, argumentou Lopes.

Ao propor a rejeição do PL 5720/13, no entanto, Lopes acrescentou que é impossível dissociar a fiscalização da caça das demais atividades de fiscalização ambiental e que não assegurar o porte de arma aos fiscais ambientais poderia comprometer o zelo pela vida desses servidores.

Jair Bolsonaro havia proposto que o Porte de Arma não fosse autorizado para fiscais de caça e demais profissionais ligados à fiscalização ambiental. Bolsonaro sugeria que estes profissionais atuassem sempre acompanhados por militares e/ou outros profissionais de segurança pública.

O projeto em questão não precisa de análise do Plenário.

domingo, 13 de abril de 2014

Encontro de Recruta Fuzileiros Navais de 1965...

   Mais um emocionante encontro de TURMA DE RECRUTAS FUZILEIROS NAVAIS, desta vez foi da Escola de Recrutas de 1965 do então CR, hoje CIAMPA. O encontro aconteceu no dia do aniversário do Parada no ASCAER Galeão Ilha do Governador, onde reuniram seis Veteranos da citada Turma, são eles: Zé Luis, Garcia, Figueiredo, Delvair, Gomes e Tomas, este último veio de Carolina/MA, para dar um abraço nos seus colegas de Turma. Com certeza alguns companheiros da Escola já partiram para cumprir nova comissão no Batalhão da Eternidade...

   Foi muito emocionante escutar os papos desses Veteranos que não se viam há muitos anos, imagine como tem assuntos para botar em dia, né verdade?

   Para animar tanto o aniversário como o encontro, um Grupo de Pagode deu um brilho especial no evento. SHOW DE BOLA. 
ADSUMUS!
Turma de 1965. Da esquerda para a direita: Gomes, Zé Luiz, Garcia, Tomas, Figueiredo e Delvair.
Ai o Grupo de Pagode que animou o evento e o aniversariante (camiseta azul em pé).